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Lembra-se das promessas que Sócrates não cumpriu?
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30072009
Lembra-se das promessas que Sócrates não cumpriu?
Lembra-se das promessas que Sócrates não cumpriu?
Aumento de impostos e 150 mil empregos por criar são principais bandeiras desta legislatura
Numa altura em que o PS apresenta o seu programa eleitoral para os próximos quatro anos, a TVI recordou algumas das promessas falhadas por José Sócrates durante esta legislatura.
Depois de ter prometido não aumentar os impostos, reduzindo o défice apenas através da diminuição das despesas públicas, o primeiro-ministro aumentou o IVA, o imposto sobre o tabaco, o imposto sobre produtos petrolíferos e criou um novo escalão de IRS de 42 por cento.
À promessa da criação de 150 mil postos de trabalho seguiu-se uma ultrapassagem histórica no desemprego, que já chegou aos nove por cento.
Sócrates prometeu pôr o país a crescer três por cento ao ano, mas hoje o rendimento médio de cada português está mais longe da média europeia do que estava em 2005.
Prometeu ainda reduzir o número de funcionários públicos em 75 mil, ficou-se pelos 50 mil. Fez das Novas Oportunidades uma bandeira do seu Governo, mas o número de pessoas certificadas ainda está aquém do esperado.
E o referendo do Tratado de Lisboa também ficou pelo caminho.
Aumento de impostos e 150 mil empregos por criar são principais bandeiras desta legislatura
Numa altura em que o PS apresenta o seu programa eleitoral para os próximos quatro anos, a TVI recordou algumas das promessas falhadas por José Sócrates durante esta legislatura.
Depois de ter prometido não aumentar os impostos, reduzindo o défice apenas através da diminuição das despesas públicas, o primeiro-ministro aumentou o IVA, o imposto sobre o tabaco, o imposto sobre produtos petrolíferos e criou um novo escalão de IRS de 42 por cento.
À promessa da criação de 150 mil postos de trabalho seguiu-se uma ultrapassagem histórica no desemprego, que já chegou aos nove por cento.
Sócrates prometeu pôr o país a crescer três por cento ao ano, mas hoje o rendimento médio de cada português está mais longe da média europeia do que estava em 2005.
Prometeu ainda reduzir o número de funcionários públicos em 75 mil, ficou-se pelos 50 mil. Fez das Novas Oportunidades uma bandeira do seu Governo, mas o número de pessoas certificadas ainda está aquém do esperado.
E o referendo do Tratado de Lisboa também ficou pelo caminho.


SOMOS POUCOS, NUNCA FOMOS MUITOS, MAS QUANDO SOUBERMOS SER TODOS, SEREMOS BASTANTES.
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